Depois do falecimento de uma pessoa, é preciso fazer o que a lei chama de inventário, que é o processo de identificar todos os bens que ela deixou e dividi-los corretamente entre os herdeiros. Enquanto isso não é feito, os bens ficam parados, sem poder ser vendidos, transferidos ou até mesmo usados de forma regular.
As duas formas de fazer o inventário
- Extrajudicial : feito em cartório, é mais rápido e simples, mas só pode ser usado quando todos os herdeiros estão de acordo e são maiores de idade.
- Judicial : feito através de um processo na Justiça, é necessário quando há menores de idade envolvidos, testamento, ou quando existe algum tipo de desacordo entre os herdeiros.
Os riscos de deixar o inventário para depois
Deixar de fazer o inventário pode gerar sérios problemas no futuro, como:
- Dificuldade para vender imóveis
- Conflitos entre familiares que só aumentam com o tempo
- Multas por atraso , já que existe um prazo legal para dar entrada no processo após o falecimento
Não adie essa preciosidade
Se você perdeu um familiar recentemente e não sabe por onde começar, buscar orientação logo no início evita muita dor de cabeça mais para frente.





